Arquitetura · Governança · Asseguramento · Santiago, Chile

Segurança que se projeta, se mede e se sustenta.

A PIMX ArcSec é uma prática de arquitetura e segurança. Acompanhamos organizações de qualquer porte e setor para entender sua exposição real, projetar os controles adequados e sustentá-los ao longo do tempo — na infraestrutura digital e também no perímetro físico.

Arc — Architecture

Projeto de arquitetura e controles

Definir como a segurança deve ficar: quais controles existem, onde ficam dentro da rede e dos sistemas, e quem os opera. Projeto sobre a infraestrutura real da organização, não sobre um modelo teórico.

Sec — Security

Asseguramento e operação

Avaliação independente do estado real —maturidade, exigências legais, exposição técnica e proteção física— e administração contínua das plataformas de segurança já em operação.

Trabalhamos com Serviços financeiros· Saúde· Varejo e consumo· Indústria e logística· Educação· Setor público· Serviços profissionais· Empresas em crescimento

Modalidades de trabalho

Três formas de trabalhar com a PIMX ArcSec

Podem ser contratadas em separado ou combinadas. Todas são dimensionadas conforme o porte da organização e a capacidade técnica que ela já tenha internamente.

02 — Linhas de serviço

Oito linhas, um mesmo padrão de entrega

Podem ser contratadas de forma independente ou como um programa anual. Quando não existe uma linha de base prévia, a primeira é o ponto de entrada recomendado.

01

Diagnóstico de Maturidade

Qual é o nível real de segurança da organização?

+

Avaliação do estado atual frente a referenciais reconhecidos, contrastada com o nível esperado para uma organização do mesmo porte, setor e perfil de risco. É a linha de base sobre a qual se constrói todo o resto.

Não exige testes intrusivos. O foco está em como a organização opera: processos, responsabilidades, controles existentes e evidências disponíveis.

Entregáveis específicos
  • Nível de maturidade atual e objetivo alcançável em 12 meses
  • Lacunas identificadas e classificadas por risco
  • Carteira de iniciativas priorizadas com esforço estimado
  • Material executivo para apresentação ao conselho ou comitê
NIST CSF 2.0ISO 27001CIS Controls v8.1Lei 21.663Roadmap 12/24 meses
02

Projeto de Arquitetura e Controles

Como o controle deveria estar projetado, e não apenas o achado corrigido?

+

É o eixo que dá nome à marca. Definimos como a segurança deve ficar: quais controles devem existir, onde ficam dentro da rede e dos sistemas, quem os opera e como se verifica que funcionam. Aplica-se tanto ao projeto de uma plataforma nova quanto ao redesenho de uma que já está em produção.

A abordagem é prática. Trabalha-se sobre a infraestrutura que a organização realmente tem —a rede, os sistemas e os processos existentes— e não sobre um modelo de referência que depois ninguém consegue implementar.

Escopos habituais
  • Arquitetura-alvo e modelo de controles por domínio
  • Segmentação de rede e projeto de zonas de segurança
  • Diretrizes e padrões técnicos internos
  • Arquitetura de integração e exposição de serviços
  • Revisão de segurança de projetos e iniciativas novas
  • Ciclo de vida tecnológico: obsolescência e dívida técnica
  • Requisitos de segurança para integração com terceiros
Arquitetura-alvoSegmentação de redeZonas de segurançaDiretrizes técnicas
03

Preparação Lei 21.663 · ANCI

A organização cumpre a Lei Marco de Cibersegurança?

+

Revisão estruturada de cada obrigação estabelecida pela lei e pelas instruções da ANCI, com determinação do estado de cumprimento e da evidência que o sustenta. Se a organização puder ser qualificada como Operador de Importância Vital, avalia-se também o padrão reforçado aplicável a esse grupo.

Matérias avaliadas
  • Governança, papéis e atribuição formal de responsabilidades
  • Inventário de ativos e processo de gestão de riscos
  • Controle de acessos, segmentação e gestão de vulnerabilidades
  • Monitoramento, detecção e tratamento de incidentes
  • Backups, continuidade operacional e gestão de fornecedores
  • Procedimento de notificação de incidentes à ANCI
ANCIOIVSGSIContinuidadeReporte de incidentes
04

Preparação Lei 21.719 · Dados Pessoais

A organização estará em condições em dezembro de 2026?

+

O escopo excede em muito a política de privacidade. O trabalho começa por levantar quais dados pessoais a organização trata, onde residem, com qual finalidade são utilizados e sob qual base legal. Esse registro costuma ser a primeira lacuna, porque na maioria dos casos não existe.

Em seguida entra o operacional: que o consentimento seja demonstrável e que exista um fluxo real, com responsáveis e prazos, para atender às solicitações dos titulares.

Matérias avaliadas
  • Inventário de dados pessoais e registro de atividades de tratamento
  • Finalidade e base legal de cada tratamento
  • Consentimento demonstrável, cookies e plataforma de gestão (CMP)
  • Direitos ARSOP: fluxos, responsáveis e controle de prazos
  • Retenção, operadores de tratamento e transferências internacionais
  • Avaliação de impacto (DPIA) quando cabível
RATConsentimentoARSOPDPIANotificação de violações
05

Plataforma de Conformidade e Consentimento

No dia em que pedirem, com o que se comprova o consentimento?

+

A preparação define o que deve ser cumprido. Esta linha entrega o onde fica registrado: uma plataforma própria, personalizável para cada organização, que sustenta a operação diária da Lei 21.719 e deixa evidência datada de cada decisão.

O ponto não é ter um banner de cookies. É que, diante de uma exigência da autoridade, de um cliente ou de uma auditoria, exista o registro do que cada titular aceitou, quando, sobre qual texto, e o que foi feito com cada solicitação recebida.

Módulos
  • Gestão de cookies e central de preferências: varredura do site e classificação por finalidade, tipo, vigência e fornecedor
  • Registro de consentimentos: o que foi aceito, quando e sobre qual versão do texto, com histórico de alterações
  • Direitos ARSOP: recebimento de solicitações, atribuição de responsável, controle de prazos e rastreabilidade do caso
  • Registro de atividades de tratamento (RAT) mantido como inventário vivo, não como planilha solta
  • Avaliação de impacto (DPIA) com fluxo guiado e evidência associada ao tratamento avaliado
  • Exportação de evidências e relatórios para auditoria ou exigência da autoridade
Personalização e operação

Adapta-se à identidade visual da organização, às suas finalidades reais de tratamento e à sua estrutura de responsáveis. Após a entrada em operação pode ser operada pela equipe interna ou mantida como serviço gerenciado, incluído o acompanhamento de prazos das solicitações.

CMPCookiesConsentimento demonstrávelARSOPRATDPIAEvidência auditável

Uma plataforma não substitui o levantamento prévio. Se as finalidades, as bases legais e os responsáveis não estão definidos, a ferramenta apenas automatiza um registro incompleto. Por isso ela é implementada sobre o trabalho da linha 04, ou sobre um equivalente já realizado.

06

Plataformas e Consoles de Segurança

As ferramentas já adquiridas estão bem configuradas e operadas?

+

A maioria das organizações já investiu em ferramentas de segurança. O problema raramente é que faltem: é que ficaram mal configuradas, desatualizadas, com regras herdadas que ninguém voltou a revisar ou sem uma pessoa responsável por administrá-las de forma contínua.

Esta linha cobre as duas frentes: a revisão técnica de cada plataforma e, quando necessário, a administração permanente dos consoles. O objetivo é que as ferramentas entreguem efetivamente o nível de proteção pelo qual se está pagando.

Plataformas cobertas
  • Firewall de perímetro e interno: regras, políticas e depuração
  • WAF e proteção de aplicações publicadas
  • IPS/IDS e detecção de ameaças em rede
  • Filtragem de navegação e controle de conteúdo web
  • Segurança de e-mail e antiphishing
  • Antivírus e proteção de estações e servidores
  • VPN, acessos remotos e controle de acessos privilegiados
  • Administração contínua de consoles e gestão de mudanças de regras
SOC virtual

Sobre essa base é possível montar um SOC virtual dimensionado a cada negócio: monitoramento dos eventos que importam, revisão periódica de alertas e resposta acordada, sem o custo nem a estrutura de um centro de operações próprio. O escopo, o horário e as prioridades são definidos pela organização.

FirewallWAFIPS/IDSFiltragem de navegaçãoEndpointAdministração de consolesSOC virtual
07

Ethical Hacking e Segurança de APIs

É possível comprometer efetivamente os sistemas?

+

Testes ofensivos controlados, executados sob autorização expressa e regras de engajamento documentadas. O objetivo é reproduzir o caminho que um atacante real seguiria e deixar registrada a cadeia completa de exploração.

A diferença está no relatório. Não se entrega a saída bruta da ferramenta: cada achado passa por triagem de falsos positivos, é ordenado por impacto de negócio e vem acompanhado da remediação concreta. O relatório tem dois níveis de leitura, um executivo e um técnico.

Escopos contratáveis separadamente
  • Superfície exposta à internet
  • Aplicações web
  • APIs e integrações
  • Rede interna
  • Infraestrutura e serviços internos
OWASP Top 10OWASP API Top 10Triagem de falsos positivosRelatório em dois níveisReavaliação
08

Segurança Física e Eletrônica Convergente

E o perímetro que não é digital?

+

A segurança de uma organização não termina no firewall. O acesso físico a instalações, salas de equipamentos e depósitos é um vetor de risco tão real quanto o digital, e as duas normas vigentes o consideram parte das medidas de proteção exigíveis.

Esta linha integra o projeto e a avaliação da segurança eletrônica com o restante da arquitetura: mesmos critérios de risco, mesmo formato de entregável e controles que conversam entre si em vez de operarem como sistemas isolados.

Escopos
  • CFTV com analítica de vídeo: detecção de pessoas e veículos
  • Câmeras leitoras de placa e reconhecimento facial
  • Controle de acesso a prédios, andares e áreas restritas
  • Barreiras veiculares, interfonia e videoporteiro
  • Sistemas de detecção de incêndio analógicos e inteligentes
  • Convergência com identidade digital e avaliação de risco do perímetro físico
CFTV · Analítica IALeitura de placasControle de acessoDetecção de incêndioConvergência física-digital

A implementação e a instalação dos sistemas eletrônicos são executadas junto a parceiros especializados e certificados. A PIMX ArcSec assume o projeto, os requisitos de segurança, a integração com a arquitetura e a validação do resultado.

04 — Metodologia

Quatro fases, cada uma com um entregável definido

O mesmo processo para todas as linhas de serviço. Cada fase encerra com um produto verificável, de modo que o avanço é mensurável e não depende de uma impressão subjetiva.

FASE 01

Escopo

Definição do objetivo, dos ativos abrangidos, das restrições de operação e das regras de trabalho. Encerra com um documento de escopo formalmente aceito.

FASE 02

Avaliação

Levantamento, análise e testes conforme a linha contratada. Os achados críticos são comunicados durante a execução, não no fim do relatório.

FASE 03

Relatório e apresentação

Entrega do relatório em dois níveis de leitura e apresentação dos resultados às equipes técnica e executiva, com espaço para discutir a priorização.

FASE 04

Acompanhamento

Apoio durante a remediação e reavaliação dos achados fechados, para deixar constância formal da melhoria perante auditoria ou regulador.

05 — O entregável

Um formato único, independentemente do serviço contratado

Toda avaliação é entregue sob a mesma estrutura. Isso permite comparar o resultado de um ano com o do seguinte e demonstrar a evolução com evidência.

01

Pontuação de segurança

Medição objetiva do estado atual, reproduzível em avaliações posteriores para comprovar o avanço.

02

Mapa de riscos

Representação visual do risco por domínio, apta para apresentação a comitê ou conselho.

03

Achados priorizados

Cada achado com seu impacto de negócio e triagem de falsos positivos aplicada. Não é uma lista plana.

04

Arquitetura-alvo

O desenho ao qual o controle deve convergir, não apenas o diagnóstico do que está errado.

05

Plano de tratamento

Iniciativas com sequência, responsáveis e esforço estimado, em formato apto para orçamento.

06

Ata de encerramento

Documento formal com escopo, metodologia e resultado. Constitui evidência perante auditoria.

Avaliação
inicialO ponto de partida recomendado

Recomendamos começar com um escopo restrito. Permite conhecer a forma de trabalho, tem duração curta e deixa um entregável com valor próprio, independentemente de a relação continuar.

Cada proposta é dimensionada sobre o escopo real: porte da organização, sistemas abrangidos e profundidade requerida. O dimensionamento de trabalhos posteriores se define sobre essa primeira base, já conhecida por ambas as partes.

A conversa inicial não tem custo e conclui sempre com uma recomendação concreta por escrito.

06 — Perfil

Marco García

Engenheiro de Redes e Comunicações, arquiteto de segurança. Meu trabalho permanente consiste em projetar controles dentro de uma das principais seguradoras do Chile: um ambiente regulado, com dados sensíveis e processos formais de auditoria. A PIMX ArcSec é a prática pela qual levo esse mesmo critério a outras organizações.

A formação em redes e comunicações define como abordo a segurança: da infraestrutura para cima. Entender como o tráfego se move, onde estão os pontos de controle e o que cada plataforma realmente faz é o que separa um diagnóstico útil de uma lista de recomendações genéricas.

Já estive dos dois lados da mesa: construindo os controles e também submetendo-os a auditoria externa. Essa experiência define como redijo um relatório, porque permite distinguir um achado que altera o perfil de risco de um que apenas acrescenta volume ao documento.

As matérias que ofereço são as mesmas que exerço diariamente: projeto de arquitetura e controles, governança de obsolescência tecnológica, diretrizes técnicas de segurança, gestão de vulnerabilidades e implementação da Lei 21.719, incluindo consentimentos e direitos ARSOP em uma organização de grande porte.

Para a execução trabalho com uma rede de profissionais certificados em diferentes especialidades e com perfis técnicos diversos. Isso permite dimensionar cada trabalho com as competências que efetivamente correspondem, sem arrastar uma estrutura fixa nem encarecer trabalhos pontuais.

A avaliação e a apresentação dos resultados ficam sempre nas mãos do mesmo profissional. O que escala é a equipe de apoio, não a distância com o cliente.

Certificações e papéis
ISO 27001Gestão de segurança da informação
ISO 27032Cibersegurança
GDPR — DPOEncarregado de Proteção de Dados
CC — ISC2Certified in Cybersecurity
NIST CSFMarco de cibersegurança
Formação
Engenharia de Redes e ComunicaçõesTítulo profissional
Especialização em CibersegurançaUniversidad de Chile
Especialização em Arquitetura de SoftwareUniversidad Autónoma de Chile · em andamento
CIS Controls v8.1Controles técnicos
Experiência em auditoria
Auditoria internaPreparação, evidência e remediação
Auditoria externaAcompanhamento e resposta a achados
Auditoria regulatóriaRequisitos de órgãos fiscalizadores
Auditoria de terceirosFornecedores e requisitos de clientes
SOXControles sobre relatório financeiro
PCI DSSCard production · meios de pagamento
Equipe de apoio
Profissionais certificadosIncorporados conforme o escopo do trabalho
Perfis técnicos diversosRedes, infraestrutura, desenvolvimento e conformidade
Colaboração profissionalFlexibilidade sem estrutura fixa
Normativa chilena
Lei 21.663Marco de cibersegurança · ANCI
Lei 21.719Proteção de dados pessoais

07 — Contato

Vamos conversar sobre o caso

Resposta dentro de 24 horas úteis, diretamente do profissional responsável.

Seja um incidente em curso, uma exigência regulatória com prazo ou a necessidade de estabelecer uma linha de base, a conversa inicial não tem custo nem compromisso.

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Atendimento prioritário. Se a organização está passando por um incidente neste momento, indique isso no assunto do e-mail. Esses casos são revisados antes dos demais.

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